Quem passa pela Robotec Fair 2009 se depara com tecnologia e robôs por todos os lados, tanto de forma educacional, comercial ou somente como apresentação. O primeiro dia da feira, o ambiente esteve tranquilo. São caravanas de escolas, crianças e adultos que passeam entre os stands e podem abservar o que há de moderno no mundo da robótica no Brasil e no Mundo.
O Robocar participa de vários eventos pelo Brasil
Para Alexandre Simões, que é professor da Unesp e faz parte da coordenação do evento, a feira auxilia no fomento ao setor no país, já que o país está um passo atrás de nações desenvolvidas. "Nunca houve no Brasil uma feira com a magnitude e concentração tecnológica como Robotec, conseguimos reunir aqui em Curitiba todo o mundo robótico do Brasil", diz.
Alunos das escolas públicas de Curitiba participam do evento com organização de caravanas. Natalya Azevedo Costa, que está na 5ª série conta que para ela a feira está sendo muito proveitosa, pois além de estar em contato com o mundo da tecnologia, pode aprender um pouco mais da língua inglesa, pois o que mais chamou atenção dela foi o robô humanóide Actróide, similar à forma humana, pelo qual as pessoas podem se comunicar por meio de um um microfone em inglês.
O Actróide DER, fabricado pela japonesa Kokoro, do Grupo Sanrio
Além dos stands, a feira também oferece palestras e oficinas gratuitas que envolvem todo o mercado tecnológico ministradas por professores e especialistas. Ademilson Rodrigo Moreira, acadêmico de mecatrônica da Universidade Tecnólogica Federal do Paraná (UTFPR), conta que as palestras e oficinas podem ajudar a formar opiniões a respeito de várias áreas dentro do ramo e que pode auxiliar na carreira profissional.
Algumas pessoas também puderam presenciar uma apresentação com performance de robôs japoneses.
Arnaldo Ortiz Clemente, que é diretor de operações de uma das organizações que oferece oficinas dentro do evento, fala que a melhor coisa é poder propiciar fora do ambiente escolar uma interação entre alunos, professores e a tecnologia. "Isso é a educação participativa, em que o indvíduo, para nós principalmente os mais jovens, podem sentir se parte da resolução de problemas dentro das oficinas, onde eles podem sair daqui com novas alternativas e possibilidades para a vida", conclui.
Texto e Fotos: Robson Louriel Albuquerque da Silva
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